segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Velhos amigos
Tecnologia, páginas e mais páginas de relacionamento, formas de se comunicar e conhecer novas pessoas afasta cada vez mais a simplicidade de um bom papo, uma boa companhia.
A garota precisou de um novo ano para entender isto. Foi surpreendida com uma visita pré Reveillon. 'Velhos amigos podem aparecer as vezes'. Uma conversa agradável que revelou duas pessoas sem rumo pós virada com família. Convite feito e pergunta na cabeça. Será que ele vai?
'Velhos amigos não falham com promessas.'
Música ambiente e um pensamento: Será que ele gosta?
Quando a garota o viu dançando (ou se mexendo) e conversando animadamente com outros amigos entendeu que 'Velhos amigos são ótimas companhias.'
Uma conversa agradável que revelou que aquele velho amigo não tem nada a ver com o que a tecnologia pintou.
E quando tudo parecia normal, eis uma confissão que transforma uma música que era lembrança em um marco.
O sol de janeiro, do primeiro dia, veio dizer que é hora de ir embora e traz uma pergunta: Será que é só isso?
Quando a garota o viu embora se viu respondida que "Velhos amigos são velhos amigos."
E quando tudo parecia normal, eis uma ligação que escuta a razão confusa dizer: Amigos são amigos!
Comédia brasileira, abraço confortante, música, planos, sorrisos e.. 'Velhos amigos nos fazem bem.'
domingo, 26 de dezembro de 2010
Grande 2010

Venho me despedir de você com lágrimas nos olhos, de agradecimento, de felicidade e de vontade que 2011 seja melhor que você.
Você que ajudou para que alguns machucados cicatrizassem, contribuiu para o depósito de algumas pessoas no banco das lembranças, realizou sonhos meus, me transformou em alguém que eu sempre quis ser.
Você 2010 também foi cruel, levou pessoas para caminhos diferentes e distantes do meu, pessoas amores, pessoas amigas, pessoas... Mostrou a mim e a outros o que seus descendentes nos reserva enquanto habitantes de uma Terra cansada, machucada e mal tratada.
Deu-me responsabilidades maiores, me mostrou a necessidade de crescer ao me transformar em referência para alguns. Abriu meu eixo de visão para alem. Me fez vislumbrar sonhos proporcionalmente maiores.
Você superou 2009, assim como pedi para 2011 superar você. Pedi para ele continuar as coisas boas que você me proporcionou, mas para aquelas dorzinhas que ele as esqueça.
Sabe 2010... vou sentir sua falta, vou sentir falta de tudo que vivi na sua companhia. Até daquela ansiedade que senti antes de você chegar. É... Tenho boas recordações.
Obrigada e adeus! Agora quero te ver só nas boas lembranças!
domingo, 28 de novembro de 2010
Pergunta certa

Olhando daqui, parece estar distante a guerra que acontece no Rio, mas antes, quando era no EUA também parecia longe para o Rio se preocupar.
Estranho é não poder fazer nada, estranho é saber que mais cedo ou mais tarde isso iria acontecer, mas assustar-nos quando aconteceu.
E quantas pessoas estão em suas casas com medo de pagar pelos pecadores.. E quantas pessoas estão nas ruas sendo pecadores e fingindo ser um cidadão normal.
É o fim da beleza que Deus criou.
Ele fez tudo perfeito para em pouco tempo tudo acabar. SIM!! Está acabando!
São guerras, incêndios, geleiras se desfazendo, Amazônia sem água, árvores sendo desmatadas..
E ainda tem gente (inacreditavelmente) que culpa Deus e pergunta "Por que isso"? As respostas são simplesmente o motivo das perguntas..
Cabe a Ele julgar cada um e suas ações, mas sabemos que este é só o começo! Não que isto seja castigo Dele, mas avisos para que nos fazer abrir os olhos.
A tecnologia avança de forma admirável, embora seja usada de forma superficial ou simplesmente para atender alguns caprichos.
Por que não usarmos a inteligência humana combinada com a globalização para ao menos tentar salvar o planeta? (essa deveria ser a pergunta)
E não só perguntar, mas buscarmos a resposta e colocar em prática!!
É muito simples culpar alguém, até mesmo o Pai, difícil é sair da zona de conforto, do sofá, ou do carro de luxo para fazer a sua parte!
domingo, 14 de novembro de 2010
Grão de areia
Até quando as pessoas vão insistir em dizer que amam se não conseguem dizer o nome de Deus (o verdadeiro amor) sem ser em vão?
Até quando as pessoas vão continuar bebendo e mexendo com drogas para gritar “sou popular”?
Até quando as palavras de carinho serão ditas sem olhos nos olhos?
Em que momento as pessoas se darão conta de que ser pai e mãe e mais do que assumir um bebê com pensão alimentícia ou contratar babás de período integral?
Em que momento as frases feitas deixarão de ser simplesmente um motivo para ganhar a admiração de alguém?
Deus não é aquele que só devemos chamar nos momentos de dor, de tristeza. Não devemos ter vergonha de lembrá-lo nem tão pouco de dizer o quanto precisamos Dele.
Bebidas e drogas são sim status de on agora e off logo logo.
Quem realmente gosta consegue olhar no fundo dos olhos para que não seja necessário as palavras se tornem desnecessárias.
Ser pai ou mãe é ser escolhido para cuidar de um anjo de Deus, é ter a missão sublime de ser referência, exemplo e conhecer o que é amar incondicionalmente.
É lindo escrever e é muito bom quando alguém se inspira em algo que você escreveu, mas nada mais perfeito e valioso do que deixar o coração falar. Não se contente em copiar, não se contente e receber um ctrl+v. Vá além! O amor não necessita de palavras bonitas, nem frases feitas, ele precisa ser sentido e expressado sem mas nem demais!
Penso que há muito a aprender, mas ainda existem tanto a ensinar!
Que eu possa ser como um vento no calor, como uma sombra ao sol, como um cobertor no frio, como um sorriso depois das lágrimas... Que meus textos abram alguns olhos e os façam perceber que sou grão de areia perto da sinceridade e do amor que é a praia da consciência do amor de Deus.
Até quando as pessoas vão continuar bebendo e mexendo com drogas para gritar “sou popular”?
Até quando as palavras de carinho serão ditas sem olhos nos olhos?
Em que momento as pessoas se darão conta de que ser pai e mãe e mais do que assumir um bebê com pensão alimentícia ou contratar babás de período integral?
Em que momento as frases feitas deixarão de ser simplesmente um motivo para ganhar a admiração de alguém?
Deus não é aquele que só devemos chamar nos momentos de dor, de tristeza. Não devemos ter vergonha de lembrá-lo nem tão pouco de dizer o quanto precisamos Dele.
Bebidas e drogas são sim status de on agora e off logo logo.
Quem realmente gosta consegue olhar no fundo dos olhos para que não seja necessário as palavras se tornem desnecessárias.
Ser pai ou mãe é ser escolhido para cuidar de um anjo de Deus, é ter a missão sublime de ser referência, exemplo e conhecer o que é amar incondicionalmente.
É lindo escrever e é muito bom quando alguém se inspira em algo que você escreveu, mas nada mais perfeito e valioso do que deixar o coração falar. Não se contente em copiar, não se contente e receber um ctrl+v. Vá além! O amor não necessita de palavras bonitas, nem frases feitas, ele precisa ser sentido e expressado sem mas nem demais!
Penso que há muito a aprender, mas ainda existem tanto a ensinar!
Que eu possa ser como um vento no calor, como uma sombra ao sol, como um cobertor no frio, como um sorriso depois das lágrimas... Que meus textos abram alguns olhos e os façam perceber que sou grão de areia perto da sinceridade e do amor que é a praia da consciência do amor de Deus.
domingo, 7 de novembro de 2010
Quando me amei de verdade
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
Chaplin
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
Chaplin
Casamento
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Autor desconhecido
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Autor desconhecido
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Escrever
Qual será a intenção de uma garota ao postar em blog raramente visitado coisas de sua vida, seus momentos?
Uns chamam de desabafo, outros de “para alguém”, e ela, o que pensa? O que a faz deixar o papel para digitalizar suas maluquices?
Ela diz que depende do texto, depende do momento. Não se sente a escritora (nem é), mas deixa em cada texto um pedaço de si, uma lembrança do passado ou algo para o futuro.
Já escreveu para garotos, garotas e para sim mesma. Já foi direta e indireta, já foi ríspida e solitária, já foi de tudo um pouco. Ela já disse por entre linhas vai embora, fique aqui, me entenda, me acompanhe..
Não tem a mínima intenção de ser conselheira, mas se algum dos seus textos for encorajador para alguém, ela ficará feliz.
Garota de fases, que ora diz que quer sumir, ora se sente viva, feliz. Garota mulher, menina que sorri com os olhos e chora sorrindo. É isso que escreve e é isso que ela é.
Escreve por querer falar, escreve para não ter que dizer.. Para escrever não é preciso de um motivo, de uma razão. Não precisa ser para alguém ou por alguém. Escrever para ela não é simplesmente jogar palavras em uma página da internet tentando ser popular, é mais do que isso. Escrever é indescritível. E se não faz sentindo não tem problema, ela nunca disse que faria!
Uns chamam de desabafo, outros de “para alguém”, e ela, o que pensa? O que a faz deixar o papel para digitalizar suas maluquices?
Ela diz que depende do texto, depende do momento. Não se sente a escritora (nem é), mas deixa em cada texto um pedaço de si, uma lembrança do passado ou algo para o futuro.
Já escreveu para garotos, garotas e para sim mesma. Já foi direta e indireta, já foi ríspida e solitária, já foi de tudo um pouco. Ela já disse por entre linhas vai embora, fique aqui, me entenda, me acompanhe..
Não tem a mínima intenção de ser conselheira, mas se algum dos seus textos for encorajador para alguém, ela ficará feliz.
Garota de fases, que ora diz que quer sumir, ora se sente viva, feliz. Garota mulher, menina que sorri com os olhos e chora sorrindo. É isso que escreve e é isso que ela é.
Escreve por querer falar, escreve para não ter que dizer.. Para escrever não é preciso de um motivo, de uma razão. Não precisa ser para alguém ou por alguém. Escrever para ela não é simplesmente jogar palavras em uma página da internet tentando ser popular, é mais do que isso. Escrever é indescritível. E se não faz sentindo não tem problema, ela nunca disse que faria!
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