domingo, 20 de março de 2011

A Cabana

Sonhei que estava lá... na Cabana. Vi Papai e Sarayu! Não sei descrevê-los, mas eram Eles.
Nada explica todas as emoções e sensações que este tão perfeito livro me proporcionou. Escrevo não somente porque li nas últimas páginas este simples pedido, mas para colorir com minhas cores esta página da rede.
Indico? Não! As pessoas não devem ler esta incrível narração, mas querer fazê-lo. Não basta apenas ler, é preciso viver esta história, é necessário estar com o coração aberto para receber as bênçãos deste livro.
Não é uma religião, não é uma pregação, é muito mais que isso!
Encontrei um tesouro atrás da cachoeira, perdoei nas pedras e me redimi no círculo das crianças.
Me senti íntima dos três como se nem nos meus piores pensamentos tivesse me afastado e duvidado da presença Dele’s.
Poderia ficar horas e horas falando e contando minha visão daquela história, mas prefiro continuar viajando pelo lago, tentando imaginar Sophia.. ou seja.. vivendo este intenso e ainda falho relacionamento por minha parte, mas eu vou melhorar a cada dia afinal, Papai gosta especialmente de mim!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Dedicatória

Velho amigo,

Você já foi citado anteriormente nesta minha página secreta de forma diretamente indireta. Agora ouso escrever diretamente para você por entre linhas, pois a graça está em ser duvidosa.
Você é o típico garoto capaz de fazer uma garotinha sonhar, se iludir; capaz também de emocionar uma mulher e a fazer odiosamente sentir amor. Você confunde explicando e explica confundindo.
Por que fazer tanta questão de uma companhia não tão comum em sua lista de amigos? Ainda, depois de tudo, esta pergunta me intriga.
Fiquei espantadamente maravilhada com a sua ‘fidelidade’ ao álcool. Em alguns raros momentos, que eu tenha visto, o trocou por alguns cachinhos vermelhos com um belo rebolado, mas voltava logo correndo para o “leite” como você mesmo disse. Ah, e que fiquei claro que não o chamo de alcoólatra, mas sim não o chamo de bebum mulherengo.
Confesso, amigo, que mais uma vez você me confundiu a ponto de eu querer chamá-lo de outro nome, com outro sentimento, mas novamente me mostrou que velhos amigos sempre serão velhos amigos.
Escrevo-te hoje para agradecer sua importância significativa na descoberta do meu eu. Não vou entrar em detalhes porque falaria assim de mim, porém vou exemplificar resumindo as relevâncias dos últimos acontecimentos. Você me mostrou como é legal viajar na presença de amigos garantindo assim um crescimento necessário sem a tão acostumada proteção materna. Me fez vivenciar o prazer da minha própria companhia quando parecia que todos não gostavam de mim. Não me deixou sentir culpada com uma mini roupa, me lembrando que “ah, é carnaval”. Fez-me gigante e confiante ao me carregar nos ombros como sua protegida que precisava curtir a vida. Me preocupou e me deixou responsável por nós e por mais dois...
Você, velho amigo, ainda é uma incógnita pra essa simples e reles mortal que escreve e fala coisas sem nexo, mas é também o homenzinho que me encanta a cada atitude nova ou rotineira. Grata é uma palavra justa para terminar esta dedicatória modesta, porém ouso dizer que estou apaixonadamente apaixonada por nossa velha amizade e tenho a impressão que novos amigos não serão capazes de fazer e ser 1/3 do que é você!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Egocentrismo


Cansei de tanta ignorância, tanta infantilidade. Cansei de explicar se ninguém quer entender ou entender de forma contorcida.
Sentimentos não desaparecem de um dia pro outro, de uma noite pra outra.
Amizades não são feitas só para os maus momentos.
O umbigo está no meio mais não é o mais importante nem o centro de todas as coisas.
SACO..
Sim, indignada com tanta coisa pequena que as pessoas transformam em uma tempestade e só enxergam as próprias necessidades.
Meu Deus, que egoísmo. Meu Deus quanto egocentrismo.
Fica cada dia mais difícil acreditar nas pessoas constantes. Não digo essencialmente constante, porque isso nem eu sou, mas vejo que as pessoas parecem barcos em meio ao mar, se deixando levar pelo vento, pra onde é conveniente. Pessoas que não apreciam lutar por algo, mas sim que gostam de conquistar e encarar isso como um troféu.
Somos seres perfeitamente diferentes uns dos outros, mas isso não serve de argumento para me convencer do porque as pessoas agem como agem.
Onde está a empatia? Onde está a verdade no olhar? Porque dizer algo pela internet ou ligar para alguém quando o álcool pediu isso?
Sinceramente eu tenho medo do mundo que meus filhos vão presenciar, e nem indo muito além, mas tenho medo do que eu vou viver daqui alguns anos.
Dramática? Pode ser, mas em totalidade desiludida, descrente com o fato de ter até mesmo que demonstrar minha indignação em um blog porque neste momento as pessoas estão preocupadas em tudo menos em ouvir um amigo!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Pequeno guia

Carregue ela e finja que você vai jogá-la na piscina… ela vai gritar e te bater, mas secretamente ela vai amar. Segure sua mão enquanto você conversa, segure sua mão enquanto você dirige… apenas segure sua mão. Diga que ela está linda, olhe em seus olhos enquanto você fala. A proteja. Conte piadas idiotas. Quando ela começar a te xingar, aperte-a e diga que a ama. Deixe-a adormecer em seus braços. Deixe-a brava, em seguida, beije-a. Provoque ela. Deixe ela te provocar de volta. Beija-a na bochecha, beija-a na testa… apenas beije-a. Deixe ela se fazer de dificil, entre no jogo dela. Vá devagar. Não force nada, e quando você olhar no fundo dos olhos dela, quando seu coração acelerar e suas pernas tremerem discretamente, perceba: você a ama e ela também.

Desconheço Autor

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Para que?

"Para que se tornar dependente de algo que você pode perder a qualquer momento?"
Boa pergunta!
Para que empenhar seu tempo e o melhor de si para alguém que não valoriza?
Para que se dedicar a amar e descobrir que este tão nobre sentimento não é recíproco?
Para que esperar calorozamente por um carinhoso beijo na testa e perceber que ele é dado por obrigação?
Para que dizer eu te amo se estas palavras parecem sinonimo de 'olá', 'bom dia'?
Para que?
Talvez (não é certeza) para apostar em uma felicidade, não a eterna, mas aquela que deixará lembranças, saudades..
Entre a razão e emoção devemos escolher as duas coisas, para deixar que no momento exato uma sobressaia à outra.
Agora a garota confia e anda de mãos dadas com a razão, não porque deixou a emoção de lado, mas porque não é o momento ainda.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Única frase


Abandono hoje as palavras rodeadas, aquelas que só os protagonistas de minhas histórias entendem. Abandono os grandes e médios textos. Adoto aqui uma única frase, a maioria vai entender e a minoria se identificar.
Saudade é o amor que ficou ou a vontade de que aconteça denovo! Como eu queria bis!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Velhos amigos


Tecnologia, páginas e mais páginas de relacionamento, formas de se comunicar e conhecer novas pessoas afasta cada vez mais a simplicidade de um bom papo, uma boa companhia.
A garota precisou de um novo ano para entender isto. Foi surpreendida com uma visita pré Reveillon. 'Velhos amigos podem aparecer as vezes'. Uma conversa agradável que revelou duas pessoas sem rumo pós virada com família. Convite feito e pergunta na cabeça. Será que ele vai?
'Velhos amigos não falham com promessas.'
Música ambiente e um pensamento: Será que ele gosta?
Quando a garota o viu dançando (ou se mexendo) e conversando animadamente com outros amigos entendeu que 'Velhos amigos são ótimas companhias.'
Uma conversa agradável que revelou que aquele velho amigo não tem nada a ver com o que a tecnologia pintou.
E quando tudo parecia normal, eis uma confissão que transforma uma música que era lembrança em um marco.
O sol de janeiro, do primeiro dia, veio dizer que é hora de ir embora e traz uma pergunta: Será que é só isso?
Quando a garota o viu embora se viu respondida que "Velhos amigos são velhos amigos."
E quando tudo parecia normal, eis uma ligação que escuta a razão confusa dizer: Amigos são amigos!
Comédia brasileira, abraço confortante, música, planos, sorrisos e.. 'Velhos amigos nos fazem bem.'