Questionar direito parece meio autoritário, mas quando se trata do direito sobre a vida de alguém passa de questionamento à comunicado.
Aprendi com a dor de uma colega e com o meu próprio sofrimento que se a minha história não vai acrescentar em sua vida, não preciso divulgá-la.
Tenho vários colegas, alguns poucos amigos e uma pequena história ainda construção com algumas constantes consideráveis. Essa história como todas as outras, tem altos e baixos, idas e vindas e por escolha e circunstâncias, não é de total conhecimento de todos.
Voltando aos direitos, acredito que é direito de todos tentarem se aproximar de mim e é direito meu me envolver ou não (apesar de sempre me envolver). Quero deixar claro que envolver-se em relações (todas elas) não quer dizer que a história dos envolvidos deva ser divulgada e isso não significa que a entrega não seja total. Há uma grande diferença entre ‘fazer questão de que o outro conheça minha índole através de gestos’ e ‘abrir minha vida como um livro interessante escondendo minha essência.
Não peço para se aproximarem, mas agradeço quem se aproximou. Não mendigo amizade, mas exijo respeito quando o sentimento for esse. Ninguém tem o DIREITO de usar minha história, minhas fraquezas contra mim. O que eu faço ou em quem acredito é de inteira responsabilidade minha, mas nunca deixo o direito de abusarem da minha confiança. Não sou uma vítima e nem pretendo ser, porém as pessoas têm o direito de saber seus direitos e eu o de escrever os que se referem a mim.
E quando te faltar as palavras, procure o olhar. Quando os olhares não se cruzarem, olhe assim mesmo. Quando o sentimento estiver confuso, entenda que ele foi feito pra sentir. Se tiver vontade de gritar, cuidado com quem te escuta. Se estiver próximo, abrace. Se quiser derramar uma lágrima, chore com vontade. Quando o arrependimento quiser bater, o desbanque com a tranquilidade de ter feito. Quando as lembranças derem sinal de vida, aproveite, cada dia que passar elas se tornarão escassas. Quando o orgulho falar mais alto, não passe por cima dele, caminhe ao seu lado para se segurar e segurá-lo quando preciso. Quando quiser ser afeto, seja carinho. Se quiser ser raiva, seja alívio. Se quiser fazer mal, coloque-se no lugar do outro. Quando quiser amar, se entregue. Mas quando não puder (ou não conseguir) fazer nada disso: escreva em um blog que logo passa!
Ultimamente, não sei se pela proximidade das datas ou pela nostalgia que tem me acompanhado, lembro muito das nossas aventuras. Nem são tantas, mas foram especiais e insubstituíveis.
Me pergunto ainda o que houve, por que a distância que é a mesma afastou o que não deveria fazer. Será mesmo que só os opostos podem dar certo? Vai ver é isso, vai ver só a diferença na cor dos lados não foi suficiente. E existem momentos também que simplesmente aceito, principalmente naqueles em que tempo me aproximar e não consigo ultrapassar a barreira imposta por sei la quem.
Citar os fatos é como ter um youtube express na cabeça onde deixei cada parte carregando para apertar o play e ser a única visitante. Foram dançinhas, mergulhos, risinhos, gargalhadas, silêncio, palas, histórias compartilhadas, sonhos expostos, fotos, memórias... Minhas e suas? Não. Como eu disse sou a única visitante destes vídeos, além do mais você se surpreenderia com a precisão que consigo enxergar tudo e a quantidade de vezes que apertei o play.
Você talvez seja o lado de mim que eu ainda não conheça, ou é o seu lado mesmo que eu não precise conhecer. Ao mesmo tempo em que te senti uma sonhadora sentimental, me questiono quem é a pessoa que deixou de lado o olho no olho para tentar entender o que significava palavras frias numa tela de computador, deixando assim a tal barreira se instalar. Do nada? Como um jatinho! E o que posso fazer depois que ele partiu? Dizer adeus ou lembrar que estará tão longe para me ver aqui?
Quantas coisas eu gostaria de continuar compartilhando, quantas eu gostaria de ouvir você me contar, frases, acontecimentos, confissões, encontros não combinados, apresentar pessoas, ouvir suas dicas de beleza e opinar sobre a beleza de um garoto do Orkut. Queria te contar que faz falta e que não importa o que ou quem criou a barreira, mas que eu ainda espero não vê-la mais. Não que isso recupere o que já foi, mas ao menos retira o ponto de interrogação dando lugar à exclamação!
Nem toda cor seria completa como a sua luz branca!
Sonhei que estava lá... na Cabana. Vi Papai e Sarayu! Não sei descrevê-los, mas eram Eles.
Nada explica todas as emoções e sensações que este tão perfeito livro me proporcionou. Escrevo não somente porque li nas últimas páginas este simples pedido, mas para colorir com minhas cores esta página da rede.
Indico? Não! As pessoas não devem ler esta incrível narração, mas querer fazê-lo. Não basta apenas ler, é preciso viver esta história, é necessário estar com o coração aberto para receber as bênçãos deste livro.
Não é uma religião, não é uma pregação, é muito mais que isso!
Encontrei um tesouro atrás da cachoeira, perdoei nas pedras e me redimi no círculo das crianças.
Me senti íntima dos três como se nem nos meus piores pensamentos tivesse me afastado e duvidado da presença Dele’s.
Poderia ficar horas e horas falando e contando minha visão daquela história, mas prefiro continuar viajando pelo lago, tentando imaginar Sophia.. ou seja.. vivendo este intenso e ainda falho relacionamento por minha parte, mas eu vou melhorar a cada dia afinal, Papai gosta especialmente de mim!
Velho amigo,
Você já foi citado anteriormente nesta minha página secreta de forma diretamente indireta. Agora ouso escrever diretamente para você por entre linhas, pois a graça está em ser duvidosa.
Você é o típico garoto capaz de fazer uma garotinha sonhar, se iludir; capaz também de emocionar uma mulher e a fazer odiosamente sentir amor. Você confunde explicando e explica confundindo.
Por que fazer tanta questão de uma companhia não tão comum em sua lista de amigos? Ainda, depois de tudo, esta pergunta me intriga.
Fiquei espantadamente maravilhada com a sua ‘fidelidade’ ao álcool. Em alguns raros momentos, que eu tenha visto, o trocou por alguns cachinhos vermelhos com um belo rebolado, mas voltava logo correndo para o “leite” como você mesmo disse. Ah, e que fiquei claro que não o chamo de alcoólatra, mas sim não o chamo de bebum mulherengo.
Confesso, amigo, que mais uma vez você me confundiu a ponto de eu querer chamá-lo de outro nome, com outro sentimento, mas novamente me mostrou que velhos amigos sempre serão velhos amigos.
Escrevo-te hoje para agradecer sua importância significativa na descoberta do meu eu. Não vou entrar em detalhes porque falaria assim de mim, porém vou exemplificar resumindo as relevâncias dos últimos acontecimentos. Você me mostrou como é legal viajar na presença de amigos garantindo assim um crescimento necessário sem a tão acostumada proteção materna. Me fez vivenciar o prazer da minha própria companhia quando parecia que todos não gostavam de mim. Não me deixou sentir culpada com uma mini roupa, me lembrando que “ah, é carnaval”. Fez-me gigante e confiante ao me carregar nos ombros como sua protegida que precisava curtir a vida. Me preocupou e me deixou responsável por nós e por mais dois...
Você, velho amigo, ainda é uma incógnita pra essa simples e reles mortal que escreve e fala coisas sem nexo, mas é também o homenzinho que me encanta a cada atitude nova ou rotineira. Grata é uma palavra justa para terminar esta dedicatória modesta, porém ouso dizer que estou apaixonadamente apaixonada por nossa velha amizade e tenho a impressão que novos amigos não serão capazes de fazer e ser 1/3 do que é você!
Cansei de tanta ignorância, tanta infantilidade. Cansei de explicar se ninguém quer entender ou entender de forma contorcida.
Sentimentos não desaparecem de um dia pro outro, de uma noite pra outra.
Amizades não são feitas só para os maus momentos.
O umbigo está no meio mais não é o mais importante nem o centro de todas as coisas.
SACO..
Sim, indignada com tanta coisa pequena que as pessoas transformam em uma tempestade e só enxergam as próprias necessidades.
Meu Deus, que egoísmo. Meu Deus quanto egocentrismo.
Fica cada dia mais difícil acreditar nas pessoas constantes. Não digo essencialmente constante, porque isso nem eu sou, mas vejo que as pessoas parecem barcos em meio ao mar, se deixando levar pelo vento, pra onde é conveniente. Pessoas que não apreciam lutar por algo, mas sim que gostam de conquistar e encarar isso como um troféu.
Somos seres perfeitamente diferentes uns dos outros, mas isso não serve de argumento para me convencer do porque as pessoas agem como agem.
Onde está a empatia? Onde está a verdade no olhar? Porque dizer algo pela internet ou ligar para alguém quando o álcool pediu isso?
Sinceramente eu tenho medo do mundo que meus filhos vão presenciar, e nem indo muito além, mas tenho medo do que eu vou viver daqui alguns anos.
Dramática? Pode ser, mas em totalidade desiludida, descrente com o fato de ter até mesmo que demonstrar minha indignação em um blog porque neste momento as pessoas estão preocupadas em tudo menos em ouvir um amigo!
Carregue ela e finja que você vai jogá-la na piscina… ela vai gritar e te bater, mas secretamente ela vai amar. Segure sua mão enquanto você conversa, segure sua mão enquanto você dirige… apenas segure sua mão. Diga que ela está linda, olhe em seus olhos enquanto você fala. A proteja. Conte piadas idiotas. Quando ela começar a te xingar, aperte-a e diga que a ama. Deixe-a adormecer em seus braços. Deixe-a brava, em seguida, beije-a. Provoque ela. Deixe ela te provocar de volta. Beija-a na bochecha, beija-a na testa… apenas beije-a. Deixe ela se fazer de dificil, entre no jogo dela. Vá devagar. Não force nada, e quando você olhar no fundo dos olhos dela, quando seu coração acelerar e suas pernas tremerem discretamente, perceba: você a ama e ela também.
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