Passado um bom tempo resolvi me declarar...
Procuro você me escondendo, esse é o jeito mais seguro de não me entregar tão depressa. Às vezes sinto vontade de ser mais ‘pra frente’ como diz minha vó, mas eu acho que você não gostaria muito disso.
Queria aquele domingo ao seu lado, com almoço, depois um sorvete, jogo do seu ou do meu time e depois uma vontade de parar no tempo.
E o quanto seria legal dizer a todas que estamos juntos, pronunciar ‘aquele é meu’.
Vem me abraçar e me proteger com seu porte, vem me fazer dormir passando a mão nos meus cabelos, vem aprovar desaprovando meu vestido, me acalmar segurando forte minhas mãos, canta pra mim mesmo que não seja bom nisso.
Tenho a impressão que isto tudo é proposital, esta sua ausência, mas ao mesmo tempo sinto que está querendo se aproximar.
Perplexa me pego suspirando por você, sonhadora te dedico uma música, imagino cenas românticas. Você tem o dom de fazer isto comigo!
Vem, pode vir, estou abrindo as portas do meu coração, ele que sempre te esperou. Já está na hora de ocupar o lugar que é seu, estamos aqui a te esperar, eu e o amor. Vem se apresentar e dar nome à esta declaração.
Tudo ficará bem , você disse... amanhã
Não chore, não derrame uma lágrima
Quando você acordar ainda estarei aqui
Quando você acordar combateremos todos os seus medos
E agora eu, pegarei meu coração de volta
Deixo suas fotos no chão
Roubo de volta minhas lembranças
Não aguento mais, sequei minhas lágrimas
E agora encaro os anos
O jeito que você me amou dissipou todas as lágrimas
Apenas um pouco de tempo foi tudo o que precisamos
Apenas um pouco de tempo para que eu visse a luz que a vida pode te dar
Ou como isso pode te libertar?
E agora eu, pegarei meu coração de volta
Deixo suas fotos no chão
Roubo de volta minhas lembranças
Não aguento mais, sequei minhas lágrimas
E agora encaro os anos
O jeito que você me amou dissipou todas as lágrimas.
Take My Heart Back - Antes que termine o dia
Passei os olhos nas lojas do shopping, vitrine por vitrine e me dei conta que nem a mais linda gargantilha de ouro seria capaz de retribuir tudo que recebi da minha mãe.
Como retribuir os nove meses em que fiz ela sentir várias dores e me achando o máximo, chutei várias vezes.
Como devolver todas as noites de sono em que chorei ou acordei chorando por um pesadelo e corri para acordá-la.
Como filha eu nem imagino como ela deve ter se sentindo quando contei do meu primeiro beijo, afinal, toda mãe sabe que esse momento chegará, mas não quer que ele chegue.
Como fazer que ela coma tudo o que deixou de comer só por ficar com a consciência pesada por eu não estar junto.
Como pedir desculpas por todas as preocupações que causei no seu coração tão cheio de cuidados.
Como me redimir de todas as respostas afiadas na ponta da língua que dei .
Tantas vezes pensei ser a dona do meu nariz sem me lembrar de que nenhuma decisão que eu tomo é mais segura do que aquela que peço sua ajuda.
Foi ela que enxugou minhas lágrimas de dor se segurando para não chorar simplesmente para me dar força.
Jamais conseguirei presenteá-la, recompensá-la por tudo isso e muito mais.
Só consigo dizer que de todos os meus amores ela é o maior, o mais profundo, mais intenso. É para ela que eu conto todos os meus segredos mesmo não dizendo nada. É ela que usarei como exemplo de mulher ao contar uma história noturna aos meus filhos.
Ser filho é incrível, mas ter ela como mãe não tem preço e vitrine que pague.
Parabéns pelo seu dia!
Me perguntaram que tipo de religião eu sigo e simplesmente respondi com um sorriso no rosto: Deus.
Que mania feia de quererem nomear um sentimento que é único. Aqui, ou em qualquer lugar, seja católicos, evangélicos, espíritas ou qualquer outra nomenclatura, acreditamos Nele e isso basta. Isto pra mim basta.
Papai, eu o amo mais do que a qualquer outra pessoa, mais do que a mim, mais do que consigo amar..
Papai, obrigada por ser minha religião... Eu não preciso de mais nada, só de Ti!
Questionar direito parece meio autoritário, mas quando se trata do direito sobre a vida de alguém passa de questionamento à comunicado.
Aprendi com a dor de uma colega e com o meu próprio sofrimento que se a minha história não vai acrescentar em sua vida, não preciso divulgá-la.
Tenho vários colegas, alguns poucos amigos e uma pequena história ainda construção com algumas constantes consideráveis. Essa história como todas as outras, tem altos e baixos, idas e vindas e por escolha e circunstâncias, não é de total conhecimento de todos.
Voltando aos direitos, acredito que é direito de todos tentarem se aproximar de mim e é direito meu me envolver ou não (apesar de sempre me envolver). Quero deixar claro que envolver-se em relações (todas elas) não quer dizer que a história dos envolvidos deva ser divulgada e isso não significa que a entrega não seja total. Há uma grande diferença entre ‘fazer questão de que o outro conheça minha índole através de gestos’ e ‘abrir minha vida como um livro interessante escondendo minha essência.
Não peço para se aproximarem, mas agradeço quem se aproximou. Não mendigo amizade, mas exijo respeito quando o sentimento for esse. Ninguém tem o DIREITO de usar minha história, minhas fraquezas contra mim. O que eu faço ou em quem acredito é de inteira responsabilidade minha, mas nunca deixo o direito de abusarem da minha confiança. Não sou uma vítima e nem pretendo ser, porém as pessoas têm o direito de saber seus direitos e eu o de escrever os que se referem a mim.
E quando te faltar as palavras, procure o olhar. Quando os olhares não se cruzarem, olhe assim mesmo. Quando o sentimento estiver confuso, entenda que ele foi feito pra sentir. Se tiver vontade de gritar, cuidado com quem te escuta. Se estiver próximo, abrace. Se quiser derramar uma lágrima, chore com vontade. Quando o arrependimento quiser bater, o desbanque com a tranquilidade de ter feito. Quando as lembranças derem sinal de vida, aproveite, cada dia que passar elas se tornarão escassas. Quando o orgulho falar mais alto, não passe por cima dele, caminhe ao seu lado para se segurar e segurá-lo quando preciso. Quando quiser ser afeto, seja carinho. Se quiser ser raiva, seja alívio. Se quiser fazer mal, coloque-se no lugar do outro. Quando quiser amar, se entregue. Mas quando não puder (ou não conseguir) fazer nada disso: escreva em um blog que logo passa!
Ultimamente, não sei se pela proximidade das datas ou pela nostalgia que tem me acompanhado, lembro muito das nossas aventuras. Nem são tantas, mas foram especiais e insubstituíveis.
Me pergunto ainda o que houve, por que a distância que é a mesma afastou o que não deveria fazer. Será mesmo que só os opostos podem dar certo? Vai ver é isso, vai ver só a diferença na cor dos lados não foi suficiente. E existem momentos também que simplesmente aceito, principalmente naqueles em que tempo me aproximar e não consigo ultrapassar a barreira imposta por sei la quem.
Citar os fatos é como ter um youtube express na cabeça onde deixei cada parte carregando para apertar o play e ser a única visitante. Foram dançinhas, mergulhos, risinhos, gargalhadas, silêncio, palas, histórias compartilhadas, sonhos expostos, fotos, memórias... Minhas e suas? Não. Como eu disse sou a única visitante destes vídeos, além do mais você se surpreenderia com a precisão que consigo enxergar tudo e a quantidade de vezes que apertei o play.
Você talvez seja o lado de mim que eu ainda não conheça, ou é o seu lado mesmo que eu não precise conhecer. Ao mesmo tempo em que te senti uma sonhadora sentimental, me questiono quem é a pessoa que deixou de lado o olho no olho para tentar entender o que significava palavras frias numa tela de computador, deixando assim a tal barreira se instalar. Do nada? Como um jatinho! E o que posso fazer depois que ele partiu? Dizer adeus ou lembrar que estará tão longe para me ver aqui?
Quantas coisas eu gostaria de continuar compartilhando, quantas eu gostaria de ouvir você me contar, frases, acontecimentos, confissões, encontros não combinados, apresentar pessoas, ouvir suas dicas de beleza e opinar sobre a beleza de um garoto do Orkut. Queria te contar que faz falta e que não importa o que ou quem criou a barreira, mas que eu ainda espero não vê-la mais. Não que isso recupere o que já foi, mas ao menos retira o ponto de interrogação dando lugar à exclamação!
Nem toda cor seria completa como a sua luz branca!